Acho que me apaixonei. Me apaixonei por uma voz... A voz de um desconhecido;que é conhecido pelo mundo inteiro.
Reticências
sexta-feira, 20 de junho de 2014
sábado, 7 de junho de 2014
Um simples comentário...
Ah, estou tão alegre.
Poderia até dizer "feliz" ,por mais que eu odeie essa palavra.
Como simples palavras podem mudar completamente o nosso dia. Isso vale para ambos os lados; bom ou ruim.
Não que eu tenha percebido isso só agora. Claro que não!
Mas essa foi uma das raras vezes que me deixou de bom humor.
Sabe, um simples comentário pode motivar muita gente. Então, caro leitor, independente do que estiver lendo, não deixe de comentar por achar que suas palavras são fúteis.
Mesmo que sejam singelas, elas tem um grande valor para o autor. ♥
Poderia até dizer "feliz" ,por mais que eu odeie essa palavra.
Como simples palavras podem mudar completamente o nosso dia. Isso vale para ambos os lados; bom ou ruim.
Não que eu tenha percebido isso só agora. Claro que não!
Mas essa foi uma das raras vezes que me deixou de bom humor.
Foi um simples comentário deixado por um leitor na minha fanfic, — eu estava a ponto de desistir dela mesmo ainda no segundo capítulo. — um simples comentário me trouxe de volta a vontade de continuá-la. Esse simples comentário me inspirou até a escrever algo para meu blog, que esteve parado há meses.
Sabe, um simples comentário pode motivar muita gente. Então, caro leitor, independente do que estiver lendo, não deixe de comentar por achar que suas palavras são fúteis.
Mesmo que sejam singelas, elas tem um grande valor para o autor. ♥
— Lisley Castro.
terça-feira, 4 de março de 2014
[Beta]
Porquê você sempre me atormenta?
Me fere, me engana...
Você se diverte com isso?
E o pior,
Não há nenhuma maneira de me livrar de você.
Tão ruim..
Me deixa com raiva, com medo...
Me faz sentir uma mentirosa, irresponsável, fora da lei....
Mas o criminoso é você...
Tentei denuncia-lo,
Mas ninguém acredita nas minhas palavras.
- Me julgam.
Sou torturada, mas minhas feridas não são aparentes...
Não tenho refúgio;
Nada adianta um disfarce.
Você sempre me encontra...
Acho que me lembrarei para sempre de suas palavras:
"Não importa;não adianta. Nada adiantará você me negar, ignorar, tentar fugir, me expulsar...Sabe que gritar você não pode, ninguém acredita nas suas lastimáveis palavras sobre minha existência, sabe que nada pode fazer... Eu sou não mero sentimento, apesar de ter surgido dele. Tenho uma personalidade. Diferente de você.
Terá de me aceitar e aprender a conviver comigo, pois apesar de sermos mentes;pessoas diferentes, compartilhamos o mesmo corpo."
Me fere, me engana...
Você se diverte com isso?
E o pior,
Não há nenhuma maneira de me livrar de você.
Tão ruim..
Me deixa com raiva, com medo...
Me faz sentir uma mentirosa, irresponsável, fora da lei....
Mas o criminoso é você...
Tentei denuncia-lo,
Mas ninguém acredita nas minhas palavras.
- Me julgam.
Sou torturada, mas minhas feridas não são aparentes...
Não tenho refúgio;
Nada adianta um disfarce.
Você sempre me encontra...
Acho que me lembrarei para sempre de suas palavras:
"Não importa;não adianta. Nada adiantará você me negar, ignorar, tentar fugir, me expulsar...Sabe que gritar você não pode, ninguém acredita nas suas lastimáveis palavras sobre minha existência, sabe que nada pode fazer... Eu sou não mero sentimento, apesar de ter surgido dele. Tenho uma personalidade. Diferente de você.
Terá de me aceitar e aprender a conviver comigo, pois apesar de sermos mentes;pessoas diferentes, compartilhamos o mesmo corpo."
—Lisley Castro.
E ela... Ela não possui um nome.
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
"Se há muito sofrimento, também há sempre alegria e vice-versa. Até estas belas flores algum dia irão murchar e todas as coisas vivas deste mundo não param nem por um momento. Estão sempre se movendo e mudando, esse é o maior prazer existente, a vida das pessoas são iguais.
Mas, se a morte é certa e espera por todos, não é a tristeza que deveria controlar a vida de todos? Enquanto se vive, não importa quantas vezes tente se aliviar do sofrimento, ou quantas vezes buscam por amor e alegria e, a morte sempre acaba com tudo. Se é assim, para que um homem nasce? Não podemos fingir que a morte é inexistente; é completa e eterna.
Apenas não se esqueça de uma coisa:
A morte não é o fim de tudo, a morte é o passo que leva à vida seguinte. A morte não é algo definitivo. No passado todos aqueles que nasceram neste mundo, mas foram chamados de santos, todos puderam superar a morte, se entender isso se tornará o homem mais perto de Deus.
As flores nascem e depois murcham... as estrelas brilham, mas algum dia se extinguem.... comparado com isso, a vida do homem não é nada mais do que um simples piscar de olhos, um breve momento. Nesse pouco tempo, as pessoas nascem, riem, choram, lutam, são feridas, sentem alegria, tristeza, odeiam alguém e até amam alguém.
Tudo isso em um só momento..."
Shaka de Virgem (Saint Seiya)
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Não sei o que escrever
Há momentos como este, em que me sento em algum lugar, pego uma caneta e uma folha de papel, e não consigo escrever. Não tenho idéias, não tenho inspiração...Bem,na verdade às vezes até tenho alguma fonte de inspiração, mas não tenho ânimo ou para escrever...
E na falta do que escrever, faço o que estou fazendo agora, levantando os motivos, os porquês disto...
Parece ser regra minha. Produzo mais quando estou triste, desiludida, zangada, desacreditada de tudo na vida, deprimida, apaixonada ou desapaixonada — ou seja, quando não estou mesmo bem.
E quando se está numa fase neutra, sem obsessões na mente ou arroubos doidos no coração — como eu estou agora, apenas à espera de minhas aulas acabarem —, simplesmente não tenho absolutamente nada para escrever, ou não sei exatamente o que escrever...
Várias vezes,passo momentos como este —em que acho que minha fonte de inspiração tivesse secado de vez, mas sempre foram alarmes falsos. E acada nova vez — como agora — penso se não será o alarme real, o prelúdio do fim do meu escrever aqui...
Claro que não parei completamente de escrever. Eu ainda escrevo minhas histórias em fragmentos e vou juntando-os depois. O que quis dizer,é que eu não sei o que escrever para o blog,que criei no intuito de,pelo menos,uma vez por mês postar algo. Já tentei falar sobre minhas doenças,sobre depressão, nostalgia... E nada. Meu perfeccionismo excessivo e falta de criatividade me fazem apagar tudo,todas as palavras,silabas,letras,vogais e consoantes* ... Absolutamente tudo.
Não tenho previsões de quando irei voltar. —Se é que alguém aguarda — E também não sei criar um desfecho a isto. Realmente,escrever está sendo difícil...
*Tentativa de dar emoção a este texto.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Um texto confuso e sem fundamento algum..
"Minha mãe um dia disse que as pessoas vão embora;se mandam;sem dizer adeus...
Eu,idiota,achei que era mentira..."
Minha mãe nunca havia me dito algo assim.. Só soube disso com sete anos de idade. Talvez se ela tivesse me avisado,não seria tão ruim....
Nunca tive um amigo de infância. Aquele que você conhece — por exemplo — desde a pré-escola. Estranhamente,meus amiguinhos sempre sumiam. —Tipo algumas histórias de terror,sabe? — Eu tinha impressão de que eu os matava... Eu conhecia alguém,esse alguém se tornava meu amiguinho e depois,no ano seguinte,ele sumia ou não falava mais comigo. E eu nunca sabia o por quê....
As pessoas me perguntam por que eu não quero me apaixonar ou me envolver em relacionamentos amorosos. Acho que é medo,não sei. Quando você ama,as vezes você meio que depende dessa pessoa para viver. E eu não quero depender de ninguém!!
Eu me encontrei com a morte algumas vezes,implorei para ficar aqui. Para poder me decifrar;decifrar as pessoas; decifrar o mundo...
Muitas pessoas morrem por amor,e eu não quero morrer,não quero morrer por amor.
Já procurei a morte,mas ela não me quis. E me fez mudar de ideia.
Eu não sei... Eu não sei de nada. Eu nunca soube de nada.
Eu não sei o que quero,o que gosto,o que desgosto... Eu não me conheço. Eu não sei de mim mesma!
domingo, 11 de agosto de 2013
O que farei?
Como posso matar um sentimento que me preenche, que tomou conta de
mim, e é mais do que uma parte vital do meu ser, pois a esta altura já é toda a plena
extensão deste meu ser?
E não sei essa resposta, e confesso que tenho tanto medo de saber, pois
que se esse sentimento é o que me mantém viva, se eu tentar — como aliás já
estou tentando — lutar com ele com certeza irei adoecer, e se chegar a matá-lo,
com ele irei também morrer...
E se não o mato, não viverei em paz, e se o mato, aí já não viverei mais
— eis aí o meu grande e atual dilema, que me lança numa confusão mental e
emocional até então sem precedentes, que me lança também mais uma vez na mais
profunda e terrível escuridão dentro do meu próprio ser, dentro da qual já não
mais me reconheço, já não sei mais quem eu sou, o que quero e desejo, o que
penso, o que sinto e o que eu faço...
E se eu matar esse sentimento que sinto por alguém, se eu matar esse
alguém dentro de mim, é como se eu matasse a mim também...
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