sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

"Se há muito sofrimento, também há sempre alegria e vice-versa.  Até estas belas flores algum dia irão murchar e todas as coisas vivas deste mundo não param nem por um momento. Estão sempre se movendo e mudando, esse é o maior prazer existente, a vida das pessoas são iguais.

Mas, se a morte é certa e espera por todos, não é a tristeza que deveria controlar a vida de todos? Enquanto se vive, não importa quantas vezes tente se aliviar do sofrimento, ou quantas vezes buscam por amor e alegria e, a morte sempre acaba com tudo. Se é assim, para que um homem nasce? Não podemos fingir que a morte é inexistente; é completa e eterna.

Apenas não se esqueça de uma coisa:
A morte não é o fim de tudo, a morte é o passo que leva à vida seguinte. A morte não é algo definitivo. No passado todos aqueles que nasceram neste mundo, mas foram chamados de santos, todos puderam superar a morte, se entender isso se tornará o homem mais perto de Deus.

As flores nascem e depois murcham... as estrelas brilham, mas algum dia se extinguem.... comparado com isso, a vida do homem não é nada mais do que um simples piscar de olhos, um breve momento. Nesse pouco tempo, as pessoas nascem, riem, choram, lutam, são feridas, sentem alegria, tristeza, odeiam alguém e até amam alguém.
Tudo isso em um só momento..."


Shaka de Virgem (Saint Seiya)

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Não sei o que escrever


Há momentos como este, em que me sento em algum lugar, pego uma caneta e uma folha de papel, e não consigo escrever. Não tenho idéias, não tenho inspiração...Bem,na verdade às vezes até tenho alguma fonte de inspiração, mas não tenho ânimo ou para escrever...

E na falta do que escrever, faço o que estou fazendo agora, levantando os motivos, os porquês disto...
Parece ser regra minha. Produzo mais quando estou triste, desiludida, zangada, desacreditada de tudo na vida, deprimida, apaixonada ou desapaixonada — ou seja, quando não estou mesmo bem.

E quando se está numa fase neutra, sem obsessões na mente ou arroubos doidos no coração — como eu estou agora, apenas à espera de minhas aulas acabarem —, simplesmente não tenho absolutamente nada para escrever, ou não sei exatamente o que escrever...

Várias vezes,passo momentos como este —em que acho que minha fonte de inspiração tivesse secado de vez, mas sempre foram alarmes falsos.  E acada nova vez — como agora — penso se não será o alarme real, o prelúdio do fim do meu escrever aqui...

Claro que não parei completamente de escrever. Eu ainda escrevo minhas histórias em fragmentos e vou juntando-os depois. O que quis dizer,é que eu não sei o que escrever para o blog,que criei no intuito de,pelo menos,uma vez por mês postar algo. Já tentei falar sobre minhas doenças,sobre depressão, nostalgia... E nada. Meu perfeccionismo excessivo e falta de criatividade me fazem apagar tudo,todas as palavras,silabas,letras,vogais e consoantes* ... Absolutamente tudo.

Não tenho previsões de quando irei voltar. —Se é que alguém aguarda — E também não sei criar um desfecho a isto. Realmente,escrever está sendo difícil...







*Tentativa de dar emoção a este texto.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Um texto confuso e sem fundamento algum..



"Minha mãe um dia disse que as pessoas vão embora;se mandam;sem dizer adeus...
Eu,idiota,achei que era mentira..."
 Minha mãe nunca havia me dito algo assim.. Só soube disso com sete anos de idade. Talvez se ela tivesse me avisado,não seria tão ruim....

   Nunca tive um amigo de infância. Aquele que você conhece — por exemplo — desde a pré-escola. Estranhamente,meus amiguinhos sempre sumiam. —Tipo algumas histórias de terror,sabe? — Eu tinha impressão de que eu os matava... Eu conhecia alguém,esse alguém se tornava meu amiguinho e depois,no ano seguinte,ele sumia ou não falava mais comigo. E eu nunca sabia o por quê....

   As pessoas me perguntam por que eu não quero me apaixonar ou me envolver em relacionamentos amorosos. Acho que é medo,não sei. Quando você ama,as vezes você meio que depende dessa pessoa para viver. E eu não quero depender de ninguém!!

   Eu me encontrei com a morte algumas vezes,implorei para ficar aqui. Para poder me decifrar;decifrar as pessoas; decifrar o mundo...
Muitas pessoas morrem por amor,e eu não quero morrer,não quero morrer por amor.

   Já procurei a morte,mas ela não me quis. E me fez mudar de ideia.
Eu não sei...  Eu não sei de nada. Eu nunca soube de nada.
Eu não sei o que quero,o que gosto,o que desgosto... Eu não me conheço. Eu não sei de mim mesma!

domingo, 11 de agosto de 2013

O que farei?


Como posso matar um sentimento que me preenche,  que tomou conta de mim, e é mais do que uma parte vital do meu ser, pois a esta altura já é toda a plena extensão deste meu ser?

E não sei essa resposta, e confesso que tenho tanto medo de saber, pois que se esse sentimento é o que me mantém viva, se eu tentar — como aliás já estou tentando — lutar com ele com certeza irei adoecer, e se chegar a matá-lo, com ele irei também morrer...

E se não o mato, não viverei em paz, e se o mato, aí já não viverei mais — eis aí o meu grande e atual dilema, que me lança numa confusão mental e emocional até então sem precedentes, que me lança também mais uma vez na mais profunda e terrível escuridão dentro do meu próprio ser, dentro da qual já não mais me reconheço, já não sei mais quem eu sou, o que quero e desejo, o que penso, o que sinto e o que eu faço...

E se eu matar esse sentimento que sinto por alguém, se eu matar esse alguém dentro de mim, é como se eu matasse a mim também...

terça-feira, 23 de julho de 2013

Sem musicas...

Não... Nem hoje, nem amanhã, nem por nem sei quantos dias mais — talvez até para sempre —, eu vou querer ouvir músicas.
Nenhuma delas. 
E já não estou cantando também. Já não me animam, já não me distraem, já não me encantam...